O que as empresas perdem quando resolvem falar com “todo mundo”?

Dia desses, estava em reunião com um cliente já estabelecido no mercado e, em um determinado momento, tivemos que dar uns 10 passos para trás quando o assunto abordado foi: público-alvo, avatar, persona…

Não que o cliente não soubesse quem é o seu público, mas o problema, nesse caso, foi generalizar e não identificar as personas. Ou seja, não refinar o seu público-alvo a partir de informações mais específicas, que envolvem os dados demográficos, mas também suas características individuais, desejos, anseios e frustrações. Todas essas nuances são importantes para entender com quem você está falando e analisar, claramente, as características que os unem (ou diferenciam) em algum nível, ainda que no final todas comprem ou consumam os mesmos produtos ou serviços.

Se você tem isso claro dentro da sua empresa, então você tem ouro. Agora é só saber como usar essa pedra preciosa! Se você não tem, dá tempo de dar aqueles passinhos para trás e redefinir os perfis com os quais você se comunica ou deseja se comunicar.

O ideal é que você defina a sua estratégia de comunicação de acordo com cada persona. O mesmo conteúdo pode e deve ser apresentado de forma personalizada, afim de provocar a tal identificação imediata. Muito conteúdo, ou até mesmo oferta, disparada ao vento não vale de nada. Não converte!

O que eu sugiro aos meus clientes é, feito o dever de casa da “identificação das personas”, desenvolva estratégias, ativações, conteúdos e campanhas relevantes e atraentes para cada um desses grupos, explorando de forma assertiva o desejo e a motivação que fazem com que essas pessoas se conectem à sua marca.

Clarisse Grand Court – especialista em construção e posicionamento de
marca | conteúdo estratégico – Sócia diretora na Priorité Comunicação.